30/06/2010

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Nada de novo...


Quando soube que Espanha seria a selecção que iamos defrontar, disse que era o último jogo do Mundial, para nós.

Não percebendo muito de futebol, ainda assim arrisco a minha opinião e aponto as minhas dúvidas.

O Cristiano Ronaldo devia ter sido substituído e, pergunto se há alguma regra dentro da selecção que impeça isso de acontecer, mesmo quando o menino maravilha ( só fora da selecção) não faz nada?

Não percebo, a sério que não. E, ainda mais ridículo a sua atitude sendo capitão ( nunca concordei). O facto de já ter ganho o prémio de melhor jogador do mundo, e ganhar milhões nos seus contratos milionários não fazem dele, um ser humilde e suficientemente capaz de levar uma equipa às costas e defender sempre a união, tal como fez o gigante Eduardo.


Acabou-se o sonho e a euforia. A ver vamos por quem torce agora Portugal. E agora , já todos podemos voltar a pensar na crise.



28/06/2010

viver com...


amor. ternura. carinho. harmonia. alegria. paz. partilha. cumplicidade. verdade.

tão bom. tão bom. todos os dias agradeço esta benção. agradeço a maravilhosa oportunidade de conhecer estes sentimentos e emoções.

viver é muito bom...

24/06/2010

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que o amor esteja sempre presente!

02/06/2010

" A Despensa dos Sonhos"


" Se tantas pessoas dão a entender que vivem sem sonhos, é porque talvez haja um lugar, dentro de nós, onde eles se guardam sem que se dê por iso. Não sei onde fica, reconheço. E, ás vezes, intriga-me que o seu caminho e o nosso pareçam desencontrados. Imagino-o como uma longa despensa, mais ou menos esconsa ( e fresca), de luz acolhedora, mas sem o bulício de uma praça de gente atarefada, onde se atropela quem esbraceja, fervilhante lá em baixo. Em todas as pessoas, por mais que não pareça, há uma despensa de sonhos. Alguns que depois de sonhados se foram guardando, mais ou menos amarrotados e por escovar. Outros que lá foram parar em nós, de surpresa. Posso estar enganado, mas acho - com convicção - que o mundo seria um lugar melhor ( e mais bonito) se as pessoas se perdessem na despensa dos seus sonhos. Pelo menos, de vez em quando.


Suponho que sempre que não podemos dizer, com simplicidade, " Abraça-me e não me perguntes porquê", há uma parte de nós que se esgueira para a despensa dos sonhos. E por lá fica, num " já não sei se sei sentir". É aí que, sem ser fácil de entender, uma tristeza nos revolve, devagarinho. Não tanto pela dor com que magoa, mas pela vida de que nos separa ( deixando que a rotina se desmazele nos sonhos e vá convencendo a vida a deixar de trocar mimos connosco). Não sei se o grande privilégio dos sonhos será o de nos antecipar o futuro. Na verdade, imagino que eles sirvam para deixar que ele aconteça.


Quanto mais preciosas são as pessoas que estão na primeira fila do nosso coração, mais se tornam, perigosamente abandonantes. Esperamos tanto, que elas vão sempre um pouco mais à frente dos nossos sonhos, que - quase sem querer - podem levá-los do júbilo para um canto, esquecido, na despensa dos sonhos. Quem não compreende um olhar nunca entenderá uma longa explicação. E será por isso, acho eu, que - depois de confiados à despensa- escasseiam as pessoas junto de quem os sonhos se possam confessar, dando vida ao seu desejo de serem nossos, outra vez ( com a inocência, discreta, de uma ave que encontra em pleno voo as suas asas). Na verdade, precisamos de ter quem olhe para nós para cuidarmos dos sonhos ( com a audácia de quem, ao guardá-los num livro, altera - sempre que queira - a forma como ele acaba só para nós).


O mais enigmático dos sonhos não passa por viverem guardados numa despensa. Mas por só descobrirmos que ela existe quando alguém, abraçando-nos sem perguntar porquê, os descobre e os solta. E dessa forma nos sossega, quando mostra que o grande privilégio dos sonhos não passa por antecipar o futuro mas por deixar que ele aconteça."


Eduardo Sá in,

" Más Maneiras de Sermos Bons Pais"

27/05/2010

" O sexto amor"


" Amar o próximo pode ser a regra do amor. Próximo como o que está perto. Próximo como o que se segue. Amar o próximo nunca se esgota nem no perto nem no hoje. Quando se ama, hoje vem antes de amanhã e antes do passado. Ao mesmo tempo.


O primeiro amor é a graciosa descoberta de uma resposta adivinhada ( pela mãe e pelo pai) antes, ainda, que qualquer desejo se chegue à imaginação.


O segundo amor é o encantamento que se impõe entre dois olhos que se descobrem num só brilho. São os amores da nossa infância, por quem se chora ( ou se suspira) de mansinho.


Com o terceiro amor, vai-se do encantamento ao enamoramento. Com as cumplicidades ( mais ou menos misteriosas) da infância ou os galanteios ( que se esgueiram da boca ou nos fintam nas sílabas) da adolescência.


Do quarto amor, ficam duas mãos que se guardam uma na outra. E o primeiro beijo, de olhos fechados, com toda a força que há no rosto, como quem foge de perceber se o coração trota de medo ou de paixão.


O quinto amor traz o desejo e o corpo ( que insiste em nos guiar da pele à alma).


Ao sexto amor, talvez estejamos prontos para descobrir como se diz - a quatro mãos, a duas vozes, e num só brilho - eu e tu ao mesmo tempo. Ao sexto, ama-se o próximo - o que está perto e o que se segue ( que é uma forma de não adormecer no ontem ou no amanhã) - que nos leva sempre para mais perto do amor.


Em todos os amores há desassombros. Do primeiro ao sexto, há desencontros e desilusões. E, pior, as decepções mostram como confundimos, sem querer, a forma como gostamos de quem gosta de nós com o amor. O amor é uma consensualidade de sentimentos vividos numa mesma comunhão. Um dia , os pais deixam de saber mais de nós do que nós próprios. E abandonam. Esse abandono que dói devagarinho, faz ( muitas vezes) com que se corram todos os amores pedindo colo. Indo por aí, chega-se ao sexto amor com a ideia de que não há amor como o primeiro.


Não se passa do primeiro amor ao amor próximo de decepção em decepção, mas de reconhecimento em reconhecimento. As decepções são pequenos abandonos de quem, sabendo o nosso nome, não nos reconhece nos olhos ou nos gestos. São esses os abandonos que nos encaminham para as fadas. Fadas são todas as pessoas que nunca procuramos, embora imaginemos que talvez existam ( o que só é possível quando, ao sexto amor, continuamos, teimosamente, a tentar recuperar das decepções, procurando um amor como o primeiro). Algumas das pessoas que não conseguem viver o amor próximo imaginam que o topo de gama do amor seja o amor dos filhos. Uma espécie de sétimo amor. Como se - amando como foram amadas, antes de todos os pequenos abandonos - o futuro se conquistasse andando para trás.


Ora, amor nem no perto se esgota, amor é mais que pertp: é ontem, hoje e amanhã. Ao mesmo tempo. É dizer - a quatro mãos, a duas vozes, e num só brilho - eu e tu ao mesmo tempo.

A que talvez só se chegue ao sexto amor."




Eduardo Sá in,

" Más Maneiras de Sermos Bons Pais"


17/05/2010

é teu


a vida prega-nos rasteiras. sei que posso contar contigo, nesta fase muito difícil.

sei que o teu apoio é incondicional. e por isso, muito obrigada.

obrigada por não fugires. obrigada por respeitares sempre o meu espaço e silêncio. obrigada por me ouvires quando desabafo loucamente.



obrigada por tudo.


o meu coração é teu!

07/05/2010

Ternura


é assim que vivo os dias. todos. a ternura que tu me dás. que vocês me dão. fazem-me crer que o Amor vale sempre a pena. acreditar é a palavra de ordem. apesar e acima de tudo, vocês enchem-me de emoções fantásticas. obrigada. muito obrigada. gosto de vocês. muito.

15/03/2010

Um Ano...


Sei que para muitos ex-fumadores, não é nada. Mas para mim é. Não é uma guerra, mas é uma batalha ganha. Sinto-me bem e uma vencedora. Um ano sem fumar.
Parabéns para a minha força de vontade.

01/03/2010

Tu...


Enches-me e preenches-me...

Dás-me tanto e quase nada recebes em troca!

Sinto-me imensamente grata por me deixares fazer parte da tua vida.

Quero que saibas que és mesmo muito importante para mim.

Gosto mesmo muito de ti. Porquê? Porque és uma ternura e, porque tens a capacidade de me transmitires segurança, sempre, mas, principalmente quando me dás a tua mão.

Fazes-me muito bem!


19/02/2010

Sensações


"Há sensações que são sonos, que ocupam como uma névoa toda a extensão do espírito, que não deixam pensar, que não deixam agir, que não deixam claramente ser."


in, Livro do Desassossego

12/02/2010

Injustiças


Quando uma das nossas características - referenciada por quem nos conhece- é a boa disposição, é bom, sentimo-nos bem com isso. Mas, se algum dia não estamos tão dispostos, ou tão disponíveis com o que nos rodeia, somos logo alcunhados de tudo menos da tão apontada, nossa carecterística. Enfim! Julgo não estar enganada ao saber que não existem pessoas perfeitas...

16/01/2010

Dúvida


Há alturas na vida que somos obrigados a questionar os nossos sentimentos.

Há alturas em que a vida nos impõe escolhas. Escolhas essas que são muito difíceis de tomar.

Já aprendi a lidar com muitas emoções e muitos sentimentos ao longo da minha vida, por experiências que eu própria provoquei e, por outras que me vieram bater à porta sem eu ter conhecimento, e sem pedir e, que até hoje me afectam o dia a dia.

Mas nenhuma como esta escolha, que agora me tira o sono e a tranquilidade, me afecta em todos os sentidos, alguma vez pensei em ter de vivê-la. Pergunto o que será melhor? Penso só em mim? Penso em nós? Penso só no presente? Num futuro que pode ou não existir?

Só de começar a imaginar a falta, já tudo me dói. Uma dor que me corrói as entranhas, porque sei que esta minha escolha me trará sofrimento. Seja ela qual for.

E o pior é que não será só a mim. Há duas pessoas, ainda pequenas, que sentirão a minha ausência e que de formas diferentes as vão fazer sofrer.

Se as coisas pendentes estivessem só nas minhas mãos, esta escolha nem se colocaria como um obstáculo, e tudo seria muito mais fácil.

Não quero magoar, desiludir, defraudar, mas há momentos na nossa vida que somos obrigados a escolher.

O que me custa no momento é a dúvida. Se sim deito tudo a perder? Se não, que consequências me trará?

Quando mais preciso dos teus conselhos é quando me apercebo com muito mais clareza, que já não estás.

16/12/2009

Snow Patrol - Run






Adoro este grupo e esta música, particularmente.
Até breve.

02/11/2009

Há Amores...

Há amor amigo, amor rebelde, amor antigo, amor de pele;
Há amor tão longe, amor distante, amor de olhos, amor de amante;
Há amor de inverno, amor de verão, amor que rouba, como um ladrão;
Há amor passageiro, amor não amado, amor que aparece, amor descartado;
Há amor despido, amor ausente, amor de corpo e sangue, bem quente;
Há amor adulto, amor pensado, amor sem insulto, mas nunca, nunca tocado;
Há amor secreto, de cheiro intenso, amor tão próximo, amor de incenso;
Há amor que mata, amor que mente, amor que nada, mas nada, te faz contente, me faz contente;
Há amor tão fraco, amor não assumido, amor de quarto, que faz sentido;
Há amor eterno, sem nunca, talvez, amor tão certo que acaba de vez;
Há amor de certezas, que não trará dor, amor que afinal é amor, sem amor;
O amor é tudo, tudo isto, e nada disto, para tanta gente;
É acabar de maneira igual, e recomeçar, um amor diferente sempre, para sempre, para sempre.

Grupo musical Donna Maria

02/10/2009

Falta 1 ano...


Lá estarei!

01/10/2009

Dia Internacional da Música


" O vaso dá uma forma ao vazio e a música ao silêncio" - Georges Braque
" A música é o verbo do futuro" - Victor Hugo
Hoje também se assinala o Dia Internacional do Idoso e o Dia Nacional da Água.

23/09/2009

Pão com Letras

Imaginem este cenário. Vão à padaria comprar pão quentinho que lhes é entregue num saco com excertos de poesia e prosa de vários escritores, entre eles, Fernando Pessoa, Francisco José Viegas, Minês Castanheira e José Jorge Letria. Esta brilhante iniciativa tem lugar em Espinho, e, arrancou no dia 21 do corrente mês, em oito padarias da localidade.
É uma ideia muito original e acredito na possibilidade de uma campanha de leitura que terá muito sucesso e que, provavelmente, será uma ideia copiada por outras cidades.
A Câmara de Espinho e o Agrupamento Industrial de Panificação de Espinho estão de parabéns.
Nos próximos dois meses os habitantes de Espinho estarão mais ricos literariamente.
Esta iniciativa tem o nome de "Comboio da Literatura".

28/08/2009

Sentimentos

" Ela sabe que não se consegue precisar o momento, a hora, o dia em que uma pessoa fica apaixonada. Sempre um pouco antes, sempre um pouco depois. Ela sabe que não se pode revelar definitivamente como e, porquê, uma pessoa ficou apaixonada por esta pessoa, precisamente esta, e não por outra muito parecida com ela. Qualquer razão perde a razão. O que uma pessoa pode sentir é se está ou não apaixonada. Que houve um estreito abismo, sem saber quando nem como, sobre o qual sabe que saltou. Sem poder aliviar as consequências. Como uma doença.Não é só isso. Uma pessoa quando está apaixonada não está continuamente apaixonada, muito menos com a mesma intensidade. Varia muito. Acontece uma pessoa duvidar se está ou não apaixonada. Ficar totalmente baralhada. É mais fácil uma pessoa sentir a paixão por outra pessoa quando ela não está presente. Isso parece-lhe um facto. A sua ausência aumenta o poder da sua presença. A paixão é mais sua, mais inteira, há menos interferências. Com ela é assim. Sente um vazio que só o outro, único no mundo todo, vai poder preencher, sarar, cuidar. Uma espécie de saudade imperiosa."

Pedro Paixão

17/08/2009

Atchim!!


Sei que até pode parecer despropositado, politicamente incorrecto mas, a ver vamos. O pessoal ainda pode espirrar sem que todas as pessoas que estão á nossa volta se afastem e nos olhem como se fôssemos de outro planeta? É que dava jeito! Ou então que tal usar esses espirros como manobra de diversão e de jeito. Entrármos numa repartição pública a abarrotar, tiramos a senha número 215 e ainda vai na senha 56, toca a espirrar, com a evacuação que possamos assistir, com certeza a nossa vez vai demorar muito pouco.

Não vamos ser demasiado alarmistas, não façam da gripe um monstrinho, para lá caminha, mas ainda não é!

Continuação de boas férias