quarta-feira, 16 de Dezembro de 2009
segunda-feira, 2 de Novembro de 2009
Há Amores...
Há amor amigo, amor rebelde, amor antigo, amor de pele;
Há amor tão longe, amor distante, amor de olhos, amor de amante;
Há amor de inverno, amor de verão, amor que rouba, como um ladrão;
Há amor passageiro, amor não amado, amor que aparece, amor descartado;
Há amor despido, amor ausente, amor de corpo e sangue, bem quente;
Há amor adulto, amor pensado, amor sem insulto, mas nunca, nunca tocado;
Há amor secreto, de cheiro intenso, amor tão próximo, amor de incenso;
Há amor que mata, amor que mente, amor que nada, mas nada, te faz contente, me faz contente;
Há amor tão fraco, amor não assumido, amor de quarto, que faz sentido;
Há amor eterno, sem nunca, talvez, amor tão certo que acaba de vez;
Há amor de certezas, que não trará dor, amor que afinal é amor, sem amor;
O amor é tudo, tudo isto, e nada disto, para tanta gente;
É acabar de maneira igual, e recomeçar, um amor diferente sempre, para sempre, para sempre.
Há amor tão longe, amor distante, amor de olhos, amor de amante;
Há amor de inverno, amor de verão, amor que rouba, como um ladrão;
Há amor passageiro, amor não amado, amor que aparece, amor descartado;
Há amor despido, amor ausente, amor de corpo e sangue, bem quente;
Há amor adulto, amor pensado, amor sem insulto, mas nunca, nunca tocado;
Há amor secreto, de cheiro intenso, amor tão próximo, amor de incenso;
Há amor que mata, amor que mente, amor que nada, mas nada, te faz contente, me faz contente;
Há amor tão fraco, amor não assumido, amor de quarto, que faz sentido;
Há amor eterno, sem nunca, talvez, amor tão certo que acaba de vez;
Há amor de certezas, que não trará dor, amor que afinal é amor, sem amor;
O amor é tudo, tudo isto, e nada disto, para tanta gente;
É acabar de maneira igual, e recomeçar, um amor diferente sempre, para sempre, para sempre.
Grupo musical Donna Maria
sexta-feira, 2 de Outubro de 2009
quinta-feira, 1 de Outubro de 2009
Dia Internacional da Música
quarta-feira, 23 de Setembro de 2009
Pão com Letras
Imaginem este cenário. Vão à padaria comprar pão quentinho que lhes é entregue num saco com excertos de poesia e prosa de vários escritores, entre eles, Fernando Pessoa, Francisco José Viegas, Minês Castanheira e José Jorge Letria. Esta brilhante iniciativa tem lugar em Espinho, e, arrancou no dia 21 do corrente mês, em oito padarias da localidade.
É uma ideia muito original e acredito na possibilidade de uma campanha de leitura que terá muito sucesso e que, provavelmente, será uma ideia copiada por outras cidades.
A Câmara de Espinho e o Agrupamento Industrial de Panificação de Espinho estão de parabéns.
Nos próximos dois meses os habitantes de Espinho estarão mais ricos literariamente.
Esta iniciativa tem o nome de "Comboio da Literatura".
É uma ideia muito original e acredito na possibilidade de uma campanha de leitura que terá muito sucesso e que, provavelmente, será uma ideia copiada por outras cidades.
A Câmara de Espinho e o Agrupamento Industrial de Panificação de Espinho estão de parabéns.
Nos próximos dois meses os habitantes de Espinho estarão mais ricos literariamente.
Esta iniciativa tem o nome de "Comboio da Literatura".
sexta-feira, 28 de Agosto de 2009
Sentimentos
" Ela sabe que não se consegue precisar o momento, a hora, o dia em que uma pessoa fica apaixonada. Sempre um pouco antes, sempre um pouco depois. Ela sabe que não se pode revelar definitivamente como e, porquê, uma pessoa ficou apaixonada por esta pessoa, precisamente esta, e não por outra muito parecida com ela. Qualquer razão perde a razão. O que uma pessoa pode sentir é se está ou não apaixonada. Que houve um estreito abismo, sem saber quando nem como, sobre o qual sabe que saltou. Sem poder aliviar as consequências. Como uma doença.Não é só isso. Uma pessoa quando está apaixonada não está continuamente apaixonada, muito menos com a mesma intensidade. Varia muito. Acontece uma pessoa duvidar se está ou não apaixonada. Ficar totalmente baralhada. É mais fácil uma pessoa sentir a paixão por outra pessoa quando ela não está presente. Isso parece-lhe um facto. A sua ausência aumenta o poder da sua presença. A paixão é mais sua, mais inteira, há menos interferências. Com ela é assim. Sente um vazio que só o outro, único no mundo todo, vai poder preencher, sarar, cuidar. Uma espécie de saudade imperiosa."
Pedro Paixão
segunda-feira, 17 de Agosto de 2009
Atchim!!

Sei que até pode parecer despropositado, politicamente incorrecto mas, a ver vamos. O pessoal ainda pode espirrar sem que todas as pessoas que estão á nossa volta se afastem e nos olhem como se fôssemos de outro planeta? É que dava jeito! Ou então que tal usar esses espirros como manobra de diversão e de jeito. Entrármos numa repartição pública a abarrotar, tiramos a senha número 215 e ainda vai na senha 56, toca a espirrar, com a evacuação que possamos assistir, com certeza a nossa vez vai demorar muito pouco.
Não vamos ser demasiado alarmistas, não façam da gripe um monstrinho, para lá caminha, mas ainda não é!
Continuação de boas férias
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