26/07/2010

...


25/07/2010

Espero


(te)!

24/07/2010

e é isto...


que me apetece comer. algo fresco. depois da limpeza à casa, incluindo todas as janelas. :)
operação cumprida!

23/07/2010

apetecia-me...


estar aqui. contigo.

constatações

começo a dar mais valor a outras coisas. é um cliché. mas para quem ouve. porque para quem passa, é muito verdadeiro. mesmo. há a necessidade de nos deixarmos ir no melhor que a vida, ainda nos dá. e isso encontra-se nas coisas mais banais e simples. é na simplicidade que me vou deixar enriquecer e acima de tudo, aprender.
encaro como uma oportunidade. e é isto.

quase...


a começar a nossa aventura. que bom.

está...


contigo. sempre.

Bom dia


22/07/2010

vamos descobrir?






novos caminhos... novas emoções... novas aventuras... vamos?




Bom dia



hoje acordei com o coração tão quentinho.

21/07/2010

serenidade


a tua voz faz-me bem. tu fazes-me bem. muito bem. gosto de ti. e deixo-me ir neste gostar que faz tanto sentido.

preciso de um ....


teu

...

20/07/2010

perdi (te)...


ternura

sem abreviaturas

há duas palavras que não abrevio: obrigada e desculpa.
desculpa pelos maus momentos. pelo meu mau feitio. insuportável, por vezes. não sou perfeita. assumo. erro como toda a gente. nem serve como justificação o momento frágil. sei que fui estúpida e por isso peço desculpa.

obrigada por tudo.

momentos a sós com Deus


sabem sempre bem.muito bem.




19/07/2010

momentos...


há momentos na nossa vida que são demasiado sós. mesmo que estejamos com as pessoas que mais gostamos.

uma doença acaba por ser um processo muito solitário. por mais bem informados e acompanhados que estejamos. dizem que o amor cura. quero acreditar que sim.

há momentos que nenhuma palavra consegue atenuar o medo. há momentos que só as palavras o conseguem. passamos por sentimentos e vontades ambivalentes. tornamo-nos mais carentes. sensíveis. inseguros. e até mais estúpidos em determinadas situações.

depois há o outro lado. aquele que não demonstramos como uma descoberta se transforma num sufoco. deixamos transparecer que somos demasiado corajosos. capazes. nada nos abalará. e no fundo por dentro gritamos de pânico. não queremos alarmar ninguém. mas a dúvida, a certeza, o diagnóstico transformam-nos. nem nós nos conhecemos. surpreendemo-nos com as nossas próprias atitudes. umas boas. outras péssimas. e o pior é que quem mais amamos e está por perto, acaba por sofrer em vários sentidos.

depois há aqueles momentos que não queremos estar sós. só queremos aquela pessoa ao nosso lado. mas não está. e tudo se torna ainda mais difícil.

o amor cura? há momentos que acredito que sim e outros que não.

Hoje é um dia importante e não estás lá. de nenhuma maneira. nem em pensamento.

e no meio de toda a solidão, essa é a que dói mais...

You're




16/07/2010

one day


will be the day!

Há dias assim


que até na alma estamos nublados...