18/07/2011

Mandela


Parabéns. 93 anos de uma história de AMOR! Obrigada pelo exemplo e pela lição.

agradeço...


o carinho. a proposta. mas não posso aceitar. eu estou sozinha, mas o meu coração não. o meu coração tem um nome e um sentimento gravados.

Lição


(...) "- Quando detestamos alguém ou ele nos faz sofrer, não temos vontade nenhuma de nos enfiar na sua pele sentir o que ele sente...

- É verdade. No entanto, é muitas vezes a única maneira de compreender o que o leva a comportar-se como se comporta connosco. Enquanto estamos no nosso lugar, contentamo-nos com suportar ou rejeitar o outro, mas isso não altera em nada a situação. Não temos influência nele. Enquanto se te puseres no seu lugar, podes descobrir porque é que ele age da forma como o faz. Se se trata de um torcionário, então vê a cena com olhos de torcionário e compreenderás o que o leva a torturar-te. É a única esperança que tens de o fazer parar. Não se muda as pessoas rejeitando-as.

-Sim...
-Quando rejeitas alguém ou até as suas ideias, leva-lo a fechar as suas escotilhas e a manter as suas posições. Porque haveria de se interessar pelo que tens a dizer, se tu recusas a sua opinião?
- Não é mentira...
- Se fizeres o esforço, por vezes desagradável, de subscrever a sua visão das coisas, compreendes o que o leva a pensar o que pensa e a comportar-se como se comporta. E se ele se sentir compreendido e não julgado, talvez oiça o que tens para lhe dizer para evoluir na sua postura perante a vida." (...)

Deus Viaja Sempre Incógnito - Laurent Gounelle

17/07/2011

Imprégné...

en moi... dans ma solitude et la culpabilité...

verdade...



cada vez que dizemos adeus morro um bocadinho...


16/07/2011

morro...









aos poucos. sem ti. sem mim. sem nós. que faço?

quero falar-te da minha história...


"Há qualquer coisa de impúdico em contar a vida a um desconhecido, quando vamos além dos acontecimentos anónimos da vida, tais como o trabalho, as relações quotidianas e a rotina habitual. Tinha medo de confidenciar com ele; era, de certo modo, como se expondo-me lhe desse poder sobre a minha pessoa. Ao fim de um momento, estava lançado e deixei de me interrogar. Aceitei revelar-me, talvez porque não me sentisse julgado e, depois, devo confessar, porque me senti apanhado no jogo. Afinal, é agradável termos alguém que nos oiça atentamente, quando ultrapassámos a barreira do pudor. Na vida, não temos muitas vezes a oportunidade de ser verdadeiramente ouvidos, de sentir que o outro tenta compreender-nos, descobrir os meandros do nosso pensamento e as profundezas da nossa alma...
A nossa transparência era, só por si, libertadora e, de certa forma, excitante."


Deus viaja sempre Incógnito - Laurent Gounelle

sem rumo...


" estás furioso, mas no fundo a sofrer muito-, disse-me numa voz calma, com um leve sotaque que desconhecia.
- não é difícil de adivinhar.
- és tremendamente infeliz e já não suportas viver."

Deus viaja sempre Incógnito - Laurent Gounelle

a vida seria mais pobre




14/07/2011

todos...


queremos ser curados com amor!

12/07/2011

eu...


podia inventar mil e uma desculpas por ter escrito a minha história da forma que escrevi.
abandono. perdas. falta de apoio e amor. duvidas acerca de tanta coisa. mas não é esta a história de tantas outras pessoas? e não foi por isso que transformaram a vida delas num desalinho, como eu fiz com a minha.
uma sucessão de erros... a começar na forma de ver e perceber o amor.
afinal estive sempre tão errada. o amor não se esconde. não se controla. não se quantifica. o amor simplesmente sente-se e é nesse sentir que se chega ao amor puro. ao amor que não se pede nada em troca. ao amor que cresce diariamente, na certeza de fazer sentido.
mas que moral tenho eu para julgar os outros? não fiz eu o mesmo? também abandonei. também provoquei dor. também não apoiei sempre todas as pessoas que fizeram parte da minha vida. também não senti amor por todas. a vida é mesmo assim.
aprendi a ter medo. aprendi que há sentimentos que nos inibem de tanta coisa. e eu tenho vergonha de muita coisa que fiz e outra tanta que não fiz.

sei que os afetos são a unica coisa que levamos da vida e eu sei, que serei uma pessoa que não deixa saudades, até porque não tenho uma grande lista de amigos nem conhecimentos.
sempre misteriosa, a guardar tudo para mim.
ninguém se lembrarará, da gargalhada, da boa disposição, da vontade de aprender, da generosidade, etc...
provavelmente os meus defeitos destacam-se mais que as qualidades.

sou o que sou e fui o que fui. assumo o mal e lembro-me vagamente do bem que fiz.
na verdade ninguém me conhece, nem eu mesma.
sou uma indefinição. sou um desassossego. sou um vento que arrasa por onde passa. sou uma sombra fugidia. sou o que nunca quis ser.

sou simplesmente nada. vazia.
sou um adeus sem sorriso, nem lágrima...

promise me




06/07/2011

...


" Finges dormir para que a dor não deixe rastro no sangue. Nada se move dentro ou fora de ti, excepto o vento no interior dos ossos."

Al Berto

05/07/2011

Levo...

neste salto sem para-quedas todos os meus SONHOS. todos os meus PROJETOS. todo o meu AMOR. toda a minha ESPERANÇA. toda a minha .

04/07/2011

incrivel!


The first time, ever I saw your face
I thought the sun rose in your eyes
And the moon and the stars
Were the gifts you gave
To the dark, and the endless skies
My Love.

And the first time, ever I kissed your mouth
I felt the earth move in my hands
Like the trembling heart
Of a captive bird
That was there, at my command
My Love.

And the first time, ever I lay with you
I felt your heart so close to mine
And I know our joy
Would fill the earth
And last, til the end of time
My Love.
And last, til the end of time.

The first time, ever I saw
Your face
Your face
Your fa-ace
Your face.

estou...


a desaparecer! de ti já não faço parte. e de mim começo a não fazer.

...


" Hoje, vou correr à velocidade da minha solidão."

Al Berto

02/07/2011

...


adoro!

A tua ausência dói


" quero dizer-te uma coisa simples: a tua ausência dói-me. refiro-me a essa dor que não magoa, que se limita à alma; mas que não deixa, por isso, de deixar alguns sinais - um peso nos olhos, no lugar da tua imagem, e um vazio nas mãos, como se as tuas mãos lhes tivessem roubado o tacto. São estas as formas do amor, podia dizer-te; e acrescentar que as coisas simples também podem ser complicadas, quando nos damos conta da diferença entre o sonho e a realidade. Porém, é o sonho que me traz a tua memória; e a realidade aproxima-me de ti, agora que os dias correm mais depressa, e as palavras ficam presas numa refracção de instantes, quando a tua voz me chama de dentro de mim - e me faz responder-te uma coisa simples, como a dizer que a tua ausência me dói."

Nuno Júdice

01/07/2011

há quanto tempo?


volta no vento por favor...

amor


" Guarda-me adormecida para sempre no teu peito ou deixa-me voar uma vez mais sobre esta terra de ninguém onde morro por qualquer cosa que me fale de ti.
Há noites assim em que o silêncio se transforma ao de leve numa lâmina que minuciosamente rasga o linho onde ficou esquecido o corpo que habitamos em provisórias madrugadas felizes...
Depois é só abrir os braços e acreditar que ainda faltam muitas horas para a partida e que à toa pelos corredores ainda escorre uma razão primeira a trazer-me de volta.
E eu adormecida para sempre no teu peito.
E eu acorrentada para sempre no teu peito. E de novo entre nós aquele choro de quem não teve tempo de preparar a despedida com as palavras certas; porque as palavras certas estavam todas em histórias erradas que outros escreveram em lugares nublados que nem vale a pena tentar recompor.
Muito ao longe uma voz desgarrada estabelece o fim do verão...
E eu adormecida para sempre no teu peito.
E eu acorrentada para sempre no teu peito..."

Alice Vieira

30/06/2011

era aqui...


que me levavas tantas, mas tantas vezes...

...


" ... no desalinho triste das minhas emoções confusas...
Uma tristeza de crepúsculo, feita de cansaços e de renúncias falsas, um tédio de sentir qualquer coisa, uma dor como de um soluço parado ou de uma verdade obtida. Desenrola-se-me na alma desatenta esta paisagem de abdicações - áleas de gestos abandonados, canteiros altos de sonhos nem sequer bem sonhados, inconsequências, como muros de buxo dividindo caminhos vazios, suposições como velhos tanques sem repuxo vivo, tudo se emaranha e se visualiza pobre no desalinho triste das minhas sensações confusas."

Livro do Desassossego - trecho 47

29/06/2011

quero...



sempre e para sempre.

Hoje...29


sinto-me no meio do nada. hoje sou capaz de ser só e apenas 1 sombra. hoje não festejo nada. hoje a minha vida é nada. hoje dia 29, dia tão especial para mim...
hoje, a água, o fogo e a terra podiam engolir-me e mesmo assim, a dor não era comparável à que sinto, por já não fazer parte da tua vida.

28/06/2011

...


amor puro...

uau!

não me canso...



de ouvir!

...


(...)"o mistério da vida dói-nos e apavora-nos de muitos modos. Umas vezes vem sobre nós como um fantasma sem forma, e a alma treme com o pior dos medos - o da incarnação disforme do não-ser. Outras vezes está atrás de nós, visível só quando nos não voltarmos para ver, e é a verdade toda no seu horror profundíssimo de a desconhecermos.
Mas este horror que hoje me anula é menos nobre e mais roedor. É uma vontade de não querer ter pensamento, um desejo de nunca ter sido nada, um desespero consciente de todas as células do corpo da alma. É o sentimento súbito de se estar enclausurado numa cela infinita. Para onde pensar em fugir, se a cela é tudo?"(...)


Livro do Desassossego - trecho 43

27/06/2011

não...

estou a conseguir. não estou a conseguir lidar com a falta. não estou a conseguir lidar com o silêncio, mesmo com todo o barulho à minha volta. não estou a conseguir lidar com a frieza da pele. não estou a conseguir lidar com este (des)amor.
não estou a conseguir lidar comigo própria...

26/06/2011

e estarei...




sempre!

24/06/2011

trapos...


" mas pesava-me qualquer coisa, uma ânsia desconhecida, um desejo sem definição, nem até reles. Tardava-me, talvez, a sensação de estar vivo. E, quando me debrucei da janela altíssima, sobre a rua para onde olhei sem vê-la, senti-me de repente um daqueles trapos húmidos de limpar coisas sujas, que se levam para a janela para secar, mas se esquecem, enrodilhados, no parapeito que mancham lentamente."
Livro do Desassossego - trecho 29

23/06/2011

o que somos?


"(...) E vejo que tudo quanto tenho feito, tudo quanto tenho pensado, tudo quanto tenho sido, é uma espécie de engano e loucura. (...)
Olho, como numa extensão ao sol que rompe nuvens, a minha vida passada; e noto, com um pasmo metafísico, como todos os meus gestos mais certos, as minhas ideias mais claras, e os meus propósitos mais lógicos, não foram, afinal, mais que bebedeira nata, loucura natural, grande desconhecimento. Nem sequer representei. representaram-me. fui, não o actor, mas os gestos dele.
Tudo quanto tenho feito, pensado, sido, é uma soma de subordinações, ou a um ente falso que julguei meu, por que agi dele para fora, ou de um peso de circunstâncias que supus ser o ar que respirava. Sou, neste momento de ver, um solitário súbito, que se reconhece desterrado onde se encontrou sempre cidadão. No mais íntimo do que pensei não fui eu.
Vem-me, então, um terror sarcástico da vida, um desalento que passa os limites da minha individualidade consciente. Sei que fui erro e descaminho, que nunca vivi, que existi somente porque enchi tempo com consciência e pensamento. E a minha sensação de mim é a de quem acorda depois de um sono cheio de sonhos reais, ou a de quem é liberto, por um terramoto, da luz pouca do cárcere a que se habituara.
Pesa-me, realmente me pesa, como uma condenação a conhecer, esta noção repentina da minha individualidade verdadeira, dessa que andou sempre viajando sonolentamente entre o que sente e o que vê.
É tão difícil descrever o que se sente quando se sente que realmente se existe, e que a alma é uma entidade real, que não sei quais são as palavras humanas com que possa defini-lo. (...)
Fui outro durante muito tempo - desde a nascença e a consciência -, e acordo agora no meio da ponte, debruçado sobre o rio, e sabendo que existo mais firmemente do que fui até aqui. Mas a cidade é-me incógnita, as ruas novas, e o mal sem cura. espero, pois, debruçado sobre a ponte, que me passe a verdade, e eu me restabeleça nulo e fictício, inteligente e natural.
Foi um momento, e já passou. Já vejo os móveis que me cercam, os desenhos do papel velho das paredes, o sol pelas vidraças poeirentas. Vi a verdade um momento. Fui um momento, com consciência, o que os grandes homens são com a vida. Com a vida? Recordo-lhes os actos e as palavras, e não sei se não foram também tentados vencedoramente pelo Demónio da Realidade. Não saber de si é viver. Saber mal de si é pensar. Saber de si, de repente, como neste momento lustral, é ter subitamente a noção da mónada íntima, da palavra mágica da alma. Mas essa luz súbita cresta tudo, consome tudo, deixa-nos nus até de nós.
Foi só um momento, e vi-me. Depois ja não sei sequer o que dizer o que fui. E, por fim, tenho sono, porque, não sei porquê, acho que o sentido é dormir."
Livro do Desassossego - trecho 39

sentir igual


" Reconheço, não sei se com tristeza, a secura humana do meu coração. Vale mais para mim um adjetivo que um pranto real da alma. (...)
Mas ás vezes sou diferente, e tenho lágrimas, lágrimas das quentes, dos que não têm nem tiveram mãe; e meus olhos que ardem dessas lágrimas mortas ardem dentro do meu coração.
Não me lembro da minha mãe.(...) Tudo o que há de disperso e duro na minha sensibilidade vem da ausência desse calor e da saudade inútil dos beijos de que me não lembro. Sou postiço.(...) Ah, é a saudade do outro que eu poderia ter sido que me dispersa e sobressalta1 quem outro seria eu se me tivessem dado carinho do que vem desde o ventre até aos beijos na cara peuqena.
Talvez que a saudade de não ser filho tenha grande parte na indiferença sentimental.
(...)
Sou todas estas coisas, embora o não queira, no fundo confuso da minha sensibilidade fatal."
Livro do Desassossego - trecho 30

como?

como vou conseguir?

21/06/2011

17/06/2011

perdas

a vida é assim mesmo. perdas e vitórias. neste momento sei que perdi tudo, porque tu eras tudo e ainda mais qualquer coisa para mim. mas, tu também me ensinaste a relativizar as perdas, e é isso que estou a tentar fazer. e sei que estou a morrer por dentro, por vários motivos, mas acima de tudo, acredito que vou ultrapassar. valeste sempre a pena. sempre. mas tudo tem limites, não é verdade?
fantásticos anos. inesquecíveis. mas passado. adeus.

15/06/2011

fazes-me

tanta falta. tanta que dói. uma dor física e emocional.

é exatamente assim que me sinto. no meio do nada. a boiar na vida. mas que vida? sinto-me imensa de nada.

06/06/2011

tão,mas tão...


perdida!sem a tua voz, sem o teu abraço,sem o teu beijo, sem o teu sorriso. a vida perdeu sabor... a vida perdeu o norte, o sul, o oeste e o este... a vida perdeu-se de mim...
e eu lamento tanto,tanto...

24/05/2011

Como?


como é que se lida com o erro? como é que se lida com a culpa? como é que se lida com a desilusão? desilusão com nós mesmo?

14/05/2011

então não ia?



mas é que nem pensava duas vezes. com a companhia certa e a comida adequada. que bom, que bom!

Uau!





para a próxima acampamos assim? deve ser fantástico! cómodo e tão, mas tão romântico!

11/05/2011

exame



exame intermédio de matemática do 8º ano. A minha filha está neste momento a fazer. Estava muito nervosa, mas ela estudou e muito. Boa sorte queriducha.

por do sol



é sempre tão bom assistir a este espetaculo da natureza, mas contigo de mão dada comigo tem outro sabor. muito, muito bom.

03/05/2011

gosto...



tanto de melancia. sou capaz de devorar metade de uma bem grande em três tempos. absolutamente deliciosa. e também gosto de melão e meloa!

Acho que vou ali comer uma fatiazinha:)

02/05/2011

tu



sempre de mão dada comigo. é tão bom. esta imensidão que sinto por ti. contigo.

" when i'm feeling blue, all i have to do, is take a look at you, then i'm not so blue..."!

e é assim que vou andando pela vida. com mais força, mais fé, mais corajosa. amo-te!

gosto...



tanto de ver o mar. ás vezes parece que responde às minhas dúvidas. sei que parece tolice, mas acontece de verdade!

27/04/2011

gosto...




de escrever. desde miuda. tenho cadernos cheios. escrevo por tudo e por nada. e sinto-me tão bem. serve quase como terapia. é um dos meus maiores prazeres.

26/04/2011

gosto...



de flores. as minhas preferidas são as tulipas.

gosto...



de agradecer. sempre.

19/04/2011

gosto...


de aprender. muito. e aprende-se todos os dias. com o que lemos. com o que vemos. com tudo à nossa volta. e é tão bom!

18/04/2011

gosto...

de piqueniques! a dois. com as crianças. com os amigos. tanto faz. todos são especiais.

17/04/2011

gosto...

de andar descalça. é absolutamente fantástico. sabe sempre bem.

16/04/2011

gosto...

de cozinhar. quando estou bem ainda fico melhor. quando estou mal, serve de terapia. e eu gosto de trabalhar os produtos e de inventar novos sabores e novos cheiros.

15/04/2011

gosto...


de livros. muito. para mim ler é uma necessidade aliada ao prazer da descoberta, do sonho, da fantasia. gosto muito. mesmo e a sério.

gosto...


de abraços. tanto. e há um abraço que é definitivamente o meu lugar preferido.

13/04/2011

gosto de...



sorrisos.

12/04/2011

a sério...


não me importava nada!

05/04/2011

Reencontro


Oferço-te estas flores, tão somente, porque ontem o nosso reencontro foi absolutamente fantástico. Falámos de coisas muito sérias e tristes, mas também recordámos momentos tão bons e algumas traquinices. Éramos uns primos muito porreiros. Mas, como sempre, os jovens acabam por serem arrastados para as fases negativas da família e tomam partidos, porque faz parte, mesmo que não queiramos.


Pena é que não tenhamos todos a capacidade de perdoar e por para trás das costas todas as coisas que pertencem simplesmente ao passado e lá deviam permanecer, mas a vida dá muitas voltas e quem sabe ainda consigas organizar o tal almoço ou jantar de primos, podes contar com a minha ajuda.

Foi delicioso aperceber-me que continuas linda, igual no teu feitio, mais segura e mais descontraída. Adorei saber que já és mãe.


Ontem, senti-me cheia de riso, de bem estar. Ontem foi uma prenda muito especial. Ontem encontrei-te e não te quero perder nunca mais. Beijinhos Prima.

01/04/2011

Bom Dia


Sê bem vindo Abril. Espero que sejas um mês mais risonho, mais solarengo, com mais abraços e beijinhos :)

30/03/2011

sonho


quase a concretizar! espero que seja ainda este ano. juntos e de mãos dadas. sempre.

...

continuo à procura de respostas. a vida coloca questões, mas as respostas não são imediatas, mas ás vezes é muito difícil entender e lidar com o mistério...