sempre!
essencias de pensamentos. de mim. de outrém. de amor. de saudade. de risos. de medos. de paz.
01/09/2010
amor
31/08/2010
por tudo e mais alguma coisa
19/08/2010
Dias de Açúcar
17/08/2010
Dias felizes e doces
por entre danças, caminhadas, brincadeiras, muitos risos, praia e cantares descobriram-se cumplicidades que vamos construindo e nem sequer nos apercebemos. no dia a dia a rotina não nos deixa perceber, muitas vezes, as afinidades e os verdadeiros sentimentos que nos unem às pessoas que nos são realmente importantes.
passar tantos dias em família, com tudo de bom e alguns arrufos dos mais velhos aos mais novos, mostrou-nos que o Amor é sempre o mais valioso que temos nas nossas simples vidas.
a partilha foi incessante e isso une-nos cada vez mais.
o amor cura, tenho a certeza.
obrigada meus amores por todo este tempo ternurento. Amo-vos!
02/08/2010
01/08/2010
Sim...
30/07/2010
Uma Ovação

Para este Senhor. Um exemplo de coragem e luta. Para além do bom profissional que sempre foi desde muito cedo, conquistando sobretudo nos registos de humor, não nos podemos esquecer que foi bom, também, em registos dramáticos e que sempre primou pela verdade e entrega ao que de melhor sabia fazer.
Deixa-nos um homem, acredito eu, de bem com a vida, ou seja, sem arrependimentos ou mágoas. Sentiu a vida sempre de forma intensa. E o seu sorriso era a prova disso.
Um bem haja. Até sempre.
Obrigada
28/07/2010
João Tordo
Pois que este novo e brilhante escritor, brinda-nos com mais um livro. Chama-se " O Bom Inverno" e está nas livrarias a 28 de Agosto. Ansiosa por devorar esta obra.
26/07/2010
25/07/2010
24/07/2010
e é isto...
23/07/2010
constatações
começo a dar mais valor a outras coisas. é um cliché. mas para quem ouve. porque para quem passa, é muito verdadeiro. mesmo. há a necessidade de nos deixarmos ir no melhor que a vida, ainda nos dá. e isso encontra-se nas coisas mais banais e simples. é na simplicidade que me vou deixar enriquecer e acima de tudo, aprender.
encaro como uma oportunidade. e é isto.
encaro como uma oportunidade. e é isto.
22/07/2010
21/07/2010
serenidade
20/07/2010
sem abreviaturas
há duas palavras que não abrevio: obrigada e desculpa.
desculpa pelos maus momentos. pelo meu mau feitio. insuportável, por vezes. não sou perfeita. assumo. erro como toda a gente. nem serve como justificação o momento frágil. sei que fui estúpida e por isso peço desculpa.
obrigada por tudo.
desculpa pelos maus momentos. pelo meu mau feitio. insuportável, por vezes. não sou perfeita. assumo. erro como toda a gente. nem serve como justificação o momento frágil. sei que fui estúpida e por isso peço desculpa.
obrigada por tudo.
19/07/2010
momentos...
há momentos na nossa vida que são demasiado sós. mesmo que estejamos com as pessoas que mais gostamos.
uma doença acaba por ser um processo muito solitário. por mais bem informados e acompanhados que estejamos. dizem que o amor cura. quero acreditar que sim.
há momentos que nenhuma palavra consegue atenuar o medo. há momentos que só as palavras o conseguem. passamos por sentimentos e vontades ambivalentes. tornamo-nos mais carentes. sensíveis. inseguros. e até mais estúpidos em determinadas situações.
depois há o outro lado. aquele que não demonstramos como uma descoberta se transforma num sufoco. deixamos transparecer que somos demasiado corajosos. capazes. nada nos abalará. e no fundo por dentro gritamos de pânico. não queremos alarmar ninguém. mas a dúvida, a certeza, o diagnóstico transformam-nos. nem nós nos conhecemos. surpreendemo-nos com as nossas próprias atitudes. umas boas. outras péssimas. e o pior é que quem mais amamos e está por perto, acaba por sofrer em vários sentidos.
depois há aqueles momentos que não queremos estar sós. só queremos aquela pessoa ao nosso lado. mas não está. e tudo se torna ainda mais difícil.
o amor cura? há momentos que acredito que sim e outros que não.
Hoje é um dia importante e não estás lá. de nenhuma maneira. nem em pensamento.
e no meio de toda a solidão, essa é a que dói mais...
16/07/2010
13/07/2010
08/07/2010
07/07/2010
05/07/2010
03/07/2010
02/07/2010
30/06/2010
Nada de novo...
Quando soube que Espanha seria a selecção que iamos defrontar, disse que era o último jogo do Mundial, para nós.
Não percebendo muito de futebol, ainda assim arrisco a minha opinião e aponto as minhas dúvidas.
O Cristiano Ronaldo devia ter sido substituído e, pergunto se há alguma regra dentro da selecção que impeça isso de acontecer, mesmo quando o menino maravilha ( só fora da selecção) não faz nada?
Não percebo, a sério que não. E, ainda mais ridículo a sua atitude sendo capitão ( nunca concordei). O facto de já ter ganho o prémio de melhor jogador do mundo, e ganhar milhões nos seus contratos milionários não fazem dele, um ser humilde e suficientemente capaz de levar uma equipa às costas e defender sempre a união, tal como fez o gigante Eduardo.
Acabou-se o sonho e a euforia. A ver vamos por quem torce agora Portugal. E agora , já todos podemos voltar a pensar na crise.
28/06/2010
viver com...
24/06/2010
02/06/2010
" A Despensa dos Sonhos"

" Se tantas pessoas dão a entender que vivem sem sonhos, é porque talvez haja um lugar, dentro de nós, onde eles se guardam sem que se dê por iso. Não sei onde fica, reconheço. E, ás vezes, intriga-me que o seu caminho e o nosso pareçam desencontrados. Imagino-o como uma longa despensa, mais ou menos esconsa ( e fresca), de luz acolhedora, mas sem o bulício de uma praça de gente atarefada, onde se atropela quem esbraceja, fervilhante lá em baixo. Em todas as pessoas, por mais que não pareça, há uma despensa de sonhos. Alguns que depois de sonhados se foram guardando, mais ou menos amarrotados e por escovar. Outros que lá foram parar em nós, de surpresa. Posso estar enganado, mas acho - com convicção - que o mundo seria um lugar melhor ( e mais bonito) se as pessoas se perdessem na despensa dos seus sonhos. Pelo menos, de vez em quando.
Suponho que sempre que não podemos dizer, com simplicidade, " Abraça-me e não me perguntes porquê", há uma parte de nós que se esgueira para a despensa dos sonhos. E por lá fica, num " já não sei se sei sentir". É aí que, sem ser fácil de entender, uma tristeza nos revolve, devagarinho. Não tanto pela dor com que magoa, mas pela vida de que nos separa ( deixando que a rotina se desmazele nos sonhos e vá convencendo a vida a deixar de trocar mimos connosco). Não sei se o grande privilégio dos sonhos será o de nos antecipar o futuro. Na verdade, imagino que eles sirvam para deixar que ele aconteça.
Quanto mais preciosas são as pessoas que estão na primeira fila do nosso coração, mais se tornam, perigosamente abandonantes. Esperamos tanto, que elas vão sempre um pouco mais à frente dos nossos sonhos, que - quase sem querer - podem levá-los do júbilo para um canto, esquecido, na despensa dos sonhos. Quem não compreende um olhar nunca entenderá uma longa explicação. E será por isso, acho eu, que - depois de confiados à despensa- escasseiam as pessoas junto de quem os sonhos se possam confessar, dando vida ao seu desejo de serem nossos, outra vez ( com a inocência, discreta, de uma ave que encontra em pleno voo as suas asas). Na verdade, precisamos de ter quem olhe para nós para cuidarmos dos sonhos ( com a audácia de quem, ao guardá-los num livro, altera - sempre que queira - a forma como ele acaba só para nós).
O mais enigmático dos sonhos não passa por viverem guardados numa despensa. Mas por só descobrirmos que ela existe quando alguém, abraçando-nos sem perguntar porquê, os descobre e os solta. E dessa forma nos sossega, quando mostra que o grande privilégio dos sonhos não passa por antecipar o futuro mas por deixar que ele aconteça."
Eduardo Sá in,
" Más Maneiras de Sermos Bons Pais"
27/05/2010
" O sexto amor"

" Amar o próximo pode ser a regra do amor. Próximo como o que está perto. Próximo como o que se segue. Amar o próximo nunca se esgota nem no perto nem no hoje. Quando se ama, hoje vem antes de amanhã e antes do passado. Ao mesmo tempo.
O primeiro amor é a graciosa descoberta de uma resposta adivinhada ( pela mãe e pelo pai) antes, ainda, que qualquer desejo se chegue à imaginação.
O segundo amor é o encantamento que se impõe entre dois olhos que se descobrem num só brilho. São os amores da nossa infância, por quem se chora ( ou se suspira) de mansinho.
Com o terceiro amor, vai-se do encantamento ao enamoramento. Com as cumplicidades ( mais ou menos misteriosas) da infância ou os galanteios ( que se esgueiram da boca ou nos fintam nas sílabas) da adolescência.
Do quarto amor, ficam duas mãos que se guardam uma na outra. E o primeiro beijo, de olhos fechados, com toda a força que há no rosto, como quem foge de perceber se o coração trota de medo ou de paixão.
O quinto amor traz o desejo e o corpo ( que insiste em nos guiar da pele à alma).
Ao sexto amor, talvez estejamos prontos para descobrir como se diz - a quatro mãos, a duas vozes, e num só brilho - eu e tu ao mesmo tempo. Ao sexto, ama-se o próximo - o que está perto e o que se segue ( que é uma forma de não adormecer no ontem ou no amanhã) - que nos leva sempre para mais perto do amor.
Em todos os amores há desassombros. Do primeiro ao sexto, há desencontros e desilusões. E, pior, as decepções mostram como confundimos, sem querer, a forma como gostamos de quem gosta de nós com o amor. O amor é uma consensualidade de sentimentos vividos numa mesma comunhão. Um dia , os pais deixam de saber mais de nós do que nós próprios. E abandonam. Esse abandono que dói devagarinho, faz ( muitas vezes) com que se corram todos os amores pedindo colo. Indo por aí, chega-se ao sexto amor com a ideia de que não há amor como o primeiro.
Não se passa do primeiro amor ao amor próximo de decepção em decepção, mas de reconhecimento em reconhecimento. As decepções são pequenos abandonos de quem, sabendo o nosso nome, não nos reconhece nos olhos ou nos gestos. São esses os abandonos que nos encaminham para as fadas. Fadas são todas as pessoas que nunca procuramos, embora imaginemos que talvez existam ( o que só é possível quando, ao sexto amor, continuamos, teimosamente, a tentar recuperar das decepções, procurando um amor como o primeiro). Algumas das pessoas que não conseguem viver o amor próximo imaginam que o topo de gama do amor seja o amor dos filhos. Uma espécie de sétimo amor. Como se - amando como foram amadas, antes de todos os pequenos abandonos - o futuro se conquistasse andando para trás.
Ora, amor nem no perto se esgota, amor é mais que pertp: é ontem, hoje e amanhã. Ao mesmo tempo. É dizer - a quatro mãos, a duas vozes, e num só brilho - eu e tu ao mesmo tempo.
A que talvez só se chegue ao sexto amor."
Eduardo Sá in,
" Más Maneiras de Sermos Bons Pais"
17/05/2010
é teu

a vida prega-nos rasteiras. sei que posso contar contigo, nesta fase muito difícil.
sei que o teu apoio é incondicional. e por isso, muito obrigada.
obrigada por não fugires. obrigada por respeitares sempre o meu espaço e silêncio. obrigada por me ouvires quando desabafo loucamente.
obrigada por tudo.
o meu coração é teu!
07/05/2010
Ternura
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